Varejo amarga queda nas vendas após 7 meses de alta
SÃO PAULO (Reuters) - O comércio brasileiro amargou em outubro a primeira queda mensal no volume de vendas após sete meses consecutivos de aumento, mas no ano, o setor ainda acumula um aumento de mais de 10 por cento, mostraram dados divulgados nesta terça-feira.
De acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do varejo em outubro ficaram 0,3 por cento menores do que o registrado em setembro.
"Das dez atividades pesquisadas, somente três assinalaram crescimento em outubro com relação a setembro", informou o IBGE em comunicado.
Considerando o chamado comércio varejista ampliado --que inclui veículos, motos, peças e materiais para construção-- a queda em outubro foi de 19 por cento frente ao mês anterior.
A crise financeira global que se arrasta há mais de um ano se agravou na segunda metade de setembro e os efeitos dessa piora foram sentidos no Brasil a partir de outubro, quando o governo passou a lançar uma série de medidas para tentar reduzir os impactos sobre a atividade econômica do país.
Apesar do rompimento do ciclo de avanço das vendas, o resultado acumulado no ano pelo setor ainda é positivo. As vendas de janeiro a outubro acumulam um avanço de 10,4 por cento.
A comparação com o desempenho de outubro do ano passado também revela resultados positivos.
As vendas feitas por todas as atividades de varejo pesquisadas pelo IBGE foram maiores em outubro do que o verificado no mesmo período do ano passado.
O segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo --um dos mais importantes termômetros do varejo brasileiro-- registrou um avanço de 7,4 por cento neste tipo de comparação.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Pessoas que roncam muito perdem mais calorias ao dormir, diz estudo
Pessoas que roncam muito perdem mais calorias ao dormir, diz estudo
Para cientistas, mudanças no sistema nervoso podem ser responsáveis por diferença.
Uma nova pesquisa da Universidade da Califórnia, San Francisco indica que pessoas com problemas respiratórios e ronco pesado durante o sono queimam mais calorias enquanto dormem.
De acordo com os pesquisadores, as pessoas analisadas com os piores casos de apnéia do sono queimaram em média 373 calorias a mais por dia do que aquelas com apenas sintomas leves do problema.
Os cientistas americanos afirmam que mudanças no sistema nervoso desencadeadas pelo problema podem ser as responsáveis pela queima maior de calorias. O estudo foi publicado na revista Archives of Otolaryngology - Head and Neck Surgery.
Mas, apesar de gastar mais energia ao dormir, os pacientes que têm apnéia do sono compensam tudo ao sentir mais desejo por comida e mais preguiça na hora de fazer exercícios, segundo o especialista britânico John Stradling, do hospital John Radcliffe, em Oxford.
Problemas
Os autores da pesquisa, liderada por Eric Kezirian, afirmam que a energia a mais é usada pelo sistema nervoso para responder à baixa qualidade dos padrões de sono das pessoas que roncam muito.
Mas o estudo não esclarece a razão por que pessoas obesas também sofrem de apnéia do sono.
A apnéia do sono - que causa o bloqueio parcial ou completo das vias aéreas - faz com que a pessoa não tenha uma boa noite de sono, o que deixa o paciente muito sonolento durante o dia.
O problema também está ligado a um risco maior de problemas como pressão alta e doenças cardiovasculares.
Os cientistas da Universidade da Califórnia, San Francisco mediram o número de calorias queimadas "durante o descanso" em 212 pacientes.
Em média, os voluntários gastaram 1.763 calorias por dia desta forma, mas aqueles com casos mais graves de apnéia do sono gastaram 1.999 calorias. Os que apresentavam o problema de uma forma menos grave gastaram uma média de 1.626 calorias.
As calorias a mais consumidas são equivalentes a 30 minutos de exercício intenso na academia.
Razões
O especialista britânico John Stradling afirma que o estudo americano é "plausível" e combina com as experiências de seus pacientes, que afirmam ser difícil perder peso depois que os sintomas da apnéia melhoram.
Para o professor britânico, existem alguns motivos que podem levar os pacientes com apnéia do sono a queimar mais calorias durante a noite.
Segundo Stradling, eles passam menos tempo no estágio de sono profundo, quando a temperatura do corpo cai naturalmente.
Além disso, diz o especialista, eles podem gastar mais energia apenas lutando para respirar e, cada vez que o sono é interrompido por problemas respiratórios, o corpo dispara uma dose de adrenalina - queimando ainda mais calorias.
Mas Stradling afirma que os efeitos da apnéia do sono não são uma forma de perder peso.
"Se você tem apnéia do sono, você se sente muito sonolento durante o dia e desmotivado para fazer qualquer tipo de exercício", diz o professor. "Também sabemos que a falta de sono aumenta o apetite e diminui a força de vontade."
Para cientistas, mudanças no sistema nervoso podem ser responsáveis por diferença.
Uma nova pesquisa da Universidade da Califórnia, San Francisco indica que pessoas com problemas respiratórios e ronco pesado durante o sono queimam mais calorias enquanto dormem.
De acordo com os pesquisadores, as pessoas analisadas com os piores casos de apnéia do sono queimaram em média 373 calorias a mais por dia do que aquelas com apenas sintomas leves do problema.
Os cientistas americanos afirmam que mudanças no sistema nervoso desencadeadas pelo problema podem ser as responsáveis pela queima maior de calorias. O estudo foi publicado na revista Archives of Otolaryngology - Head and Neck Surgery.
Mas, apesar de gastar mais energia ao dormir, os pacientes que têm apnéia do sono compensam tudo ao sentir mais desejo por comida e mais preguiça na hora de fazer exercícios, segundo o especialista britânico John Stradling, do hospital John Radcliffe, em Oxford.
Problemas
Os autores da pesquisa, liderada por Eric Kezirian, afirmam que a energia a mais é usada pelo sistema nervoso para responder à baixa qualidade dos padrões de sono das pessoas que roncam muito.
Mas o estudo não esclarece a razão por que pessoas obesas também sofrem de apnéia do sono.
A apnéia do sono - que causa o bloqueio parcial ou completo das vias aéreas - faz com que a pessoa não tenha uma boa noite de sono, o que deixa o paciente muito sonolento durante o dia.
O problema também está ligado a um risco maior de problemas como pressão alta e doenças cardiovasculares.
Os cientistas da Universidade da Califórnia, San Francisco mediram o número de calorias queimadas "durante o descanso" em 212 pacientes.
Em média, os voluntários gastaram 1.763 calorias por dia desta forma, mas aqueles com casos mais graves de apnéia do sono gastaram 1.999 calorias. Os que apresentavam o problema de uma forma menos grave gastaram uma média de 1.626 calorias.
As calorias a mais consumidas são equivalentes a 30 minutos de exercício intenso na academia.
Razões
O especialista britânico John Stradling afirma que o estudo americano é "plausível" e combina com as experiências de seus pacientes, que afirmam ser difícil perder peso depois que os sintomas da apnéia melhoram.
Para o professor britânico, existem alguns motivos que podem levar os pacientes com apnéia do sono a queimar mais calorias durante a noite.
Segundo Stradling, eles passam menos tempo no estágio de sono profundo, quando a temperatura do corpo cai naturalmente.
Além disso, diz o especialista, eles podem gastar mais energia apenas lutando para respirar e, cada vez que o sono é interrompido por problemas respiratórios, o corpo dispara uma dose de adrenalina - queimando ainda mais calorias.
Mas Stradling afirma que os efeitos da apnéia do sono não são uma forma de perder peso.
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Schering pagará R$ 70 mil a vítima de falsa pílula
Schering pagará R$ 70 mil a vítima de falsa pílula
A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou hoje o Laboratório Schering do Brasil Química e Farmacêutica Ltda a pagar indenização no valor de R$ 70 mil, por danos morais, a uma consumidora que engravidou utilizando o anticoncepcional Microvlar, conhecido como "pílula de farinha".
De acordo com o STJ, a Terceira Turma não atendeu ao recurso da empresa e manteve a decisão de segunda instância que responsabilizou a empresa pela gravidez, já que esta foi negligente no descarte dos materiais que não deveriam ter chegado aos consumidores, ainda que por ato de interposta pessoa.
O caso das "pílulas de farinha" - como ficou conhecido o fato resultante da fabricação de pílulas para o teste de uma máquina embaladora do laboratório, mas que acabaram chegando ao mercado para consumo - aconteceu em 1998. A consumidora entrou com ação de indenização por danos materiais e compensação por danos morais. Ela afirmou que fazia uso do anticoncepcional desde 1984, sem jamais ter ocorrido qualquer percalço.
A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou hoje o Laboratório Schering do Brasil Química e Farmacêutica Ltda a pagar indenização no valor de R$ 70 mil, por danos morais, a uma consumidora que engravidou utilizando o anticoncepcional Microvlar, conhecido como "pílula de farinha".
De acordo com o STJ, a Terceira Turma não atendeu ao recurso da empresa e manteve a decisão de segunda instância que responsabilizou a empresa pela gravidez, já que esta foi negligente no descarte dos materiais que não deveriam ter chegado aos consumidores, ainda que por ato de interposta pessoa.
O caso das "pílulas de farinha" - como ficou conhecido o fato resultante da fabricação de pílulas para o teste de uma máquina embaladora do laboratório, mas que acabaram chegando ao mercado para consumo - aconteceu em 1998. A consumidora entrou com ação de indenização por danos materiais e compensação por danos morais. Ela afirmou que fazia uso do anticoncepcional desde 1984, sem jamais ter ocorrido qualquer percalço.
Cientista recria rosto de Cleópatra para documentário
Cientista recria rosto de Cleópatra para documentário
Egiptóloga usou imagens gravadas em artefatos antigos para recriar a face da rainha.
Uma egiptóloga britânica recriou o que seria o rosto da rainha Cleópatra para um documentário sobre a vida de uma das mais famosas líderes do Egito Antigo.
Para recriar a face de Cleópatra, a arqueóloga Sally Ann Ashton, da Universidade de Cambridge, usou imagens gravadas em artefatos antigos, como um anel que data da época do seu reinado, há 2 mil anos.
Ela passou mais de um ano analisando as imagens para compor o rosto da rainha e as manipulou em computador até chegar ao resultado em três dimensões.
O rosto recriado pela egiptóloga revela uma mulher de etnia mista, com traços egípcios e da sua herança grega.
A imagem fará parte do documentário Cleopatra, parte da série Segredos do Egito, do canal de televisão britânico Five.
A rainha Cleópatra já foi interpretada no cinema por atrizes conhecidas pela beleza, como Sophia Loren e Elizabeth Taylor.
Em 2007, um estudo realizado por especialistas da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha, sugeriu que tanto Cleópatra quanto seu amante, Marco Antônio, não eram bonitos.
Os pesquisadores analisaram uma moeda de prata de 2 mil anos que mostrou que a rainha egípcia tinha queixo e nariz pontudos e lábios finos.
Egiptóloga usou imagens gravadas em artefatos antigos para recriar a face da rainha.
Uma egiptóloga britânica recriou o que seria o rosto da rainha Cleópatra para um documentário sobre a vida de uma das mais famosas líderes do Egito Antigo.
Para recriar a face de Cleópatra, a arqueóloga Sally Ann Ashton, da Universidade de Cambridge, usou imagens gravadas em artefatos antigos, como um anel que data da época do seu reinado, há 2 mil anos.
Ela passou mais de um ano analisando as imagens para compor o rosto da rainha e as manipulou em computador até chegar ao resultado em três dimensões.
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A imagem fará parte do documentário Cleopatra, parte da série Segredos do Egito, do canal de televisão britânico Five.
A rainha Cleópatra já foi interpretada no cinema por atrizes conhecidas pela beleza, como Sophia Loren e Elizabeth Taylor.
Em 2007, um estudo realizado por especialistas da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha, sugeriu que tanto Cleópatra quanto seu amante, Marco Antônio, não eram bonitos.
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Comédias românticas prejudicam vida afetiva, diz estudo
Comédias românticas prejudicam vida afetiva, diz estudo
Pesquisa mostra que filmes criam expectativas pouco realistas sobre o amor.
Assistir a comédias românticas ou ler revistas femininas e masculinas pode prejudicar a vida amorosa e afetiva, afirma uma pesquisa da Heriot-Watt University, em Edimburgo, divulgada nesta quarta-feira.
Segundo os cientistas do Laboratório de Relações Pessoais e de Família da universidade, os filmes e as revistas mostram situações idealizadas, distantes da realidade de seu público, criando expectativas que não serão correspondidas.
A equipe liderada pelos psicólogos Bjarne Holmes e Kimberly Johnson estudou 40 das comédias românticas mais assistidas entre 1995 e 2005, além das revistas, e concluiu que elas trazem um tema comum: a idéia de uma "alma gêmea", que estamos todos predestinados a conhecer e que deveria nos conhecer instintivamente tão bem que poderiam "quase ler nossas mentes".
Depois de estudar os filmes, os pesquisadores pediram a centenas de pessoas que respondessem a um questionário descrevendo suas crenças e expectativas sobre seus relacionamentos.
Segundo os cientistas, os fãs de filmes como Mensagem para você, O Casamento dos meus sonhos e Enquanto você dormia normalmente não conseguem se comunicar efetivamente com seus parceiros.
Para Holmes, as conclusões podem ter implicações profundas em nossas vidas.
"Terapeutas de casais vêem com freqüência casais que acreditam que os homens e as mulheres querem coisas bem diferentes de suas relações, que o sexo deve ser perfeito sempre, e que se uma pessoa foi 'feita para você', então ela vai saber o que você quer, sem que você precise comunicá-lo."
"Agora temos algumas evidências que sugerem que a mídia popular tem um papel em perpetuar essas idéias na mente das pessoas."
Para Holmes, a pesquisa descobriu uma verdade pouco confortável: "o problema é que enquanto que a maioria de nós sabe que a idéia de um relacionamento perfeito não é realista, alguns de nós somos mais influenciados pelas imagens mostradas na mídia do que nos damos conta."
"Os filmes capturam a excitação de um novo relacionamento, mas eles também sugerem, erradamente, que a confiança e o amor comprometido existem a partir do momento em que as pessoas se conhecem, enquanto que essas qualidades, normalmente, levam anos para se desenvolver", diz Kimberly Johnson.
Os pesquisadores agora pretendem lançar uma pesquisa global sobre a influência da mídia nos relacionamentos, e pedem aos interessados que participem respondendo a um questionário pela internet.
Pesquisa mostra que filmes criam expectativas pouco realistas sobre o amor.
Assistir a comédias românticas ou ler revistas femininas e masculinas pode prejudicar a vida amorosa e afetiva, afirma uma pesquisa da Heriot-Watt University, em Edimburgo, divulgada nesta quarta-feira.
Segundo os cientistas do Laboratório de Relações Pessoais e de Família da universidade, os filmes e as revistas mostram situações idealizadas, distantes da realidade de seu público, criando expectativas que não serão correspondidas.
A equipe liderada pelos psicólogos Bjarne Holmes e Kimberly Johnson estudou 40 das comédias românticas mais assistidas entre 1995 e 2005, além das revistas, e concluiu que elas trazem um tema comum: a idéia de uma "alma gêmea", que estamos todos predestinados a conhecer e que deveria nos conhecer instintivamente tão bem que poderiam "quase ler nossas mentes".
Depois de estudar os filmes, os pesquisadores pediram a centenas de pessoas que respondessem a um questionário descrevendo suas crenças e expectativas sobre seus relacionamentos.
Segundo os cientistas, os fãs de filmes como Mensagem para você, O Casamento dos meus sonhos e Enquanto você dormia normalmente não conseguem se comunicar efetivamente com seus parceiros.
Para Holmes, as conclusões podem ter implicações profundas em nossas vidas.
"Terapeutas de casais vêem com freqüência casais que acreditam que os homens e as mulheres querem coisas bem diferentes de suas relações, que o sexo deve ser perfeito sempre, e que se uma pessoa foi 'feita para você', então ela vai saber o que você quer, sem que você precise comunicá-lo."
"Agora temos algumas evidências que sugerem que a mídia popular tem um papel em perpetuar essas idéias na mente das pessoas."
Para Holmes, a pesquisa descobriu uma verdade pouco confortável: "o problema é que enquanto que a maioria de nós sabe que a idéia de um relacionamento perfeito não é realista, alguns de nós somos mais influenciados pelas imagens mostradas na mídia do que nos damos conta."
"Os filmes capturam a excitação de um novo relacionamento, mas eles também sugerem, erradamente, que a confiança e o amor comprometido existem a partir do momento em que as pessoas se conhecem, enquanto que essas qualidades, normalmente, levam anos para se desenvolver", diz Kimberly Johnson.
Os pesquisadores agora pretendem lançar uma pesquisa global sobre a influência da mídia nos relacionamentos, e pedem aos interessados que participem respondendo a um questionário pela internet.
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Pai, filho e madrasta são presos por tráfico em SP
Pai, filho e madrasta são presos por tráfico em SP
Pai, filho e madrasta foram presos hoje no município paulista de Santo Antonio do Pinhal, acusados de tráfico de drogas na região da Serra da Mantiqueira. O pai, José Acácio da Silva, o filho, Kleber Jonathan da Silva, e a esposa de Acácio, Geralda Gato, foram levados para o Centro de Detenção Provisória de Taubaté. As investigações duraram seis meses até a prisão dos três pela Polícia Civil.
O delegado responsável pela operação, Rubens Garcia Neto, afirmou que o pai, de 54 anos, e o filho, de de 23, já tinham passagem pelo mesmo crime e que o flagrante vai ajudar a combater o tráfico na cidade, que tem cerca de 6.500 habitantes e fica a 127 quilômetros de São Paulo. Foram encontrados meio quilo de maconha, pedras de crack, fogos de artifício (para alertar a chegada da droga) e uma revista com apologia à maconha. A ação teve o apoio da Delegacia de Investigações Gerais de Taubaté e contou com o trabalho de 16 policiais.
Em São José dos Campos, no interior do Estado, uma outra operação da Polícia Civil resultou na apreensão de um menor de 16 anos, no bairro Jardim Americana, zona leste da cidade. No local, foram encontrados 1,8 quilo de maconha e 180 cápsulas com cocaína. O menor levado à Vara da Infância e da Juventude.
Pai, filho e madrasta foram presos hoje no município paulista de Santo Antonio do Pinhal, acusados de tráfico de drogas na região da Serra da Mantiqueira. O pai, José Acácio da Silva, o filho, Kleber Jonathan da Silva, e a esposa de Acácio, Geralda Gato, foram levados para o Centro de Detenção Provisória de Taubaté. As investigações duraram seis meses até a prisão dos três pela Polícia Civil.
O delegado responsável pela operação, Rubens Garcia Neto, afirmou que o pai, de 54 anos, e o filho, de de 23, já tinham passagem pelo mesmo crime e que o flagrante vai ajudar a combater o tráfico na cidade, que tem cerca de 6.500 habitantes e fica a 127 quilômetros de São Paulo. Foram encontrados meio quilo de maconha, pedras de crack, fogos de artifício (para alertar a chegada da droga) e uma revista com apologia à maconha. A ação teve o apoio da Delegacia de Investigações Gerais de Taubaté e contou com o trabalho de 16 policiais.
Em São José dos Campos, no interior do Estado, uma outra operação da Polícia Civil resultou na apreensão de um menor de 16 anos, no bairro Jardim Americana, zona leste da cidade. No local, foram encontrados 1,8 quilo de maconha e 180 cápsulas com cocaína. O menor levado à Vara da Infância e da Juventude.
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